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Com estas 7 novas carreiras, Meghan e Harry podem até ficar bilionários

Após as recentes notícias sobre a abdicação dos títulos reais em busca de sua independência financeira, o duque e a duquesa de Sussex devem escolher carreiras de forma estratégica e preservando a imagem real. Em reportagem para a VOCÊ S/A, Rafael Souto, CEO da Produtive, fala quais são as novas alternativas de carreiras para o casal e como eles podem usar a influência a favor deste novo momento.

“Um salto de fé”.  É assim que príncipe Harry, 35 anos, define a decisão de deixar a família real. A declaração foi dada neste domingo, 19, durante um jantar beneficente em Londres e aconteceu um dia após o Palácio de Buckingham emitir comunicado oficial informando que o casal deixará de representar Elizabeth II, de usar o título de “alteza real” e de receber dinheiro público.

“Nós queríamos seguir servindo à Rainha, à comunidade Britânica e às associações militares. Infelizmente, isso não será possível”, disse Harry. Segundo ele, a decisão foi tomada em parceria com a mulher, Meghan Markle, 38 anos, depois de meses de discussões e conversas sobre como construir uma vida mais “pacífica”.

Tudo o que se sabe até agora é que os dois vão se dividir entre a Inglaterra e o Canadá e que abrirão mão dos rendimentos que recebiam como membros da família real, o que não significa que ficarão sem dinheiro, visto que ambos têm reservas financeiras consideráveis.

“Harry é uma das figuras mais adoradas da realeza, mas o uso de sua imagem era limitado. Agora, ele pode fazer uma infinidade de coisas”, diz Rodrigo Vianna, CEO da Mappit, empresa do Grupo Talenses especializada em recrutamento de início de carreira. Segundo o especialista, com o networking que possuem, Meghan e Harry “abrem a porta que quiserem”. Mas, para isso, precisarão de estratégia. “Dizem que estão se aconselhando com Barack e Michelle Obama. Se for verdade, eles têm excelentes mentores.”

Cultura fintech: um mercado de atração de talentos – Junho 2018

 

 

Já deixou de ser surpresa nos depararmos com novas modalidades de negócios. Em busca de suprir uma necessidade, solucionar, facilitar – e até eliminar – as burocracias na oferta de serviços, a cada dia vemos o nascimento de uma startup. Prova disso é que esse universo tem exigido com que muitas empresas tradicionais se remexessem para conseguir um refresco à sombra desses novos competidores, não só em relação à participação de mercado e investimento forte em tecnologias e processos, mas também em atração de novos talentos.

Um recente estudo da consultoria Michael Page realizado com 1000 profissionais mostrou que nove em cada dez executivos de alta e média gerência trocariam o tradicional mercado corporativo por uma startup. Os principais motivos: conquista de mais qualidade de vida e flexibilidade de horário, mesmo com um salário menor.

Apesar do apetite voraz por uma cadeira nesse habitat inovador, Débora Barbosa, Head de RH da Acesso Soluções de Pagamentos, startup de tecnologia do setor financeiro, afirma que as competências mais buscadas em profissionais para as posições que aparecem por lá são agilidade e capacidade de reagir de forma otimista às mudanças. “Por ser um segmento que está transformando todo um mercado financeiro antigo, a velocidade e a construção do novo impactam diretamente nas competências comportamentais que um profissional precisa ter”, diz ela.

O trabalho focado no cliente também é um grande diferencial, uma vez que é um tipo de organização que quer solucionar problemas que as grandes empresas tradicionais não conseguiram resolver com seus clientes.

Apredendo com o mercado

Segundo estimativas, apenas um ou dois bancos sobreviverão com a transformação tecnológica, cenário que oferece mais abertura a novas formas de serviços. Mas, para tanto, Débora destaca que saber selecionar as prioridades corretas dentro das fintechs é um desafio diário. Outro exemplo que ela traz é de ter um grupo forte de líderes que saibam engajar pessoas em um ambiente vulnerável, veloz e dinâmico. “Estamos aprendendo juntos com o desenvolvimento do mercado”.

Na perspectiva da gestão do RH, tendo como premissa uma área parceira e que entende do negócio, ela ressalta que o time se adaptou praticando novos modelos de trabalho e utilizando a metodologia ágil em todos os subsistemas. “Tivemos um esforço de mudança na gestão, mas que é um esforço que todo profissional de RH deve ter em qualquer segmento novo de atuação”.

Há posições para…

Débora revela que a maior demanda em uma organização como essa está relacionada a profissionais de tecnologia, como desenvolvedores, especialistas em banco de dados e especialistas em segurança da informação, com características de apreço a estudo e atualização de forma contínua.

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