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A saúde física e emocional

72% da população economicamente ativa do Brasil possui altos níveis de estresse, de acordo com a ISMA-BR. Com as estruturas enxutas de trabalho atuais, a liderança precisa estar mais preparada para conseguir engajar suas equipes. Veja o que Rafael Souto, CEO da Produtive, fala sobre o assunto em seu novo artigo para o Zero Hora.

As intensas ondas de crise forçaram as empresas a enxugarem seus custos. Um desses impactos foi a eliminação de níveis hierárquicos, o que torna o trabalho mais desafiador e pode sobrecarregar profissionais que passaram a assumir novos papéis para os quais não estavam preparados.

Segundo dados da ISMA-BR (International Stress Management Association no Brasil), 72% da população economicamente ativa do Brasil possui altos níveis de estresse. Desses, 32% desenvolveram burnout, doença conhecida também como síndrome do esgotamento profissional.

A pesquisa foi realizada com mil pessoas de São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS) e, de acordo com o levantamento, 92% dos profissionais com burnout se sentiram incapacitados e pressionados excessivamente. Além dessas causas, destaco outras duas: dificuldades de ver perspectivas de crescimento e qualidade da liderança.

A partir daí a conclusão fica mais evidente: estamos falhando na construção de melhores ambientes de trabalho. Não há como mudar as estruturas e deixar de promover diálogos frequentes com os colaboradores.

A gestão da carreira se dá a partir da manutenção de diversos pilares, entre eles o de saúde física e emocional, que está intimamente ligado à satisfação e propósito. Se o funcionário anda infeliz, o desempenho físico e mental passa a ser impactado.

De um lado, o líder precisa ser o observador disso e apoiar na busca de uma solução. Ele não precisa resolver, mas procurar ser o aconselhador nesse sentido. Sem essa prática, além de uma equipe esgotada, passará a ter perda de produtividade e engajamento. E é aí que a conta nunca vai fechar.

Você, que é gestor, faça uma análise e responda se sua equipe consegue se expressar e refletir com você sobre propósito e o impacto do seu trabalho? Se queixas eminentes estão atreladas à falta de algum equilíbrio na vida dela? Conhecer melhor o time fará com que o planejamento seja mais efetivo.

O trabalho do líder e da organização precisa ter um método de feedbacks constantes e com lideranças preparadas para conversas claras, oferecendo aspectos positivos e pontos de desenvolvimento.

Na outra ponta, os profissionais também são responsáveis para buscar este autoconhecimento. Saber observar os sinais do corpo e da mente que evidenciam esse desequilíbrio e encontrar estratégias para combatê-lo, a fim de ganhar mais segurança no trabalho e na vida como um todo.

Do contrário teremos uma legião de profissionais infelizes e desgostosos, aumentando estatísticas de doenças e de lideranças jurássicas vivendo em um novo mundo do trabalho.

Prescrição médica: ter carreira sem saúde não é uma opção – Julho 2018

Há alguns dias, recebemos a sugestão de um leitor da Newsletter Carreira em Debate, Samuel Pereira, para abordarmos o tema do livro do Professor americano de Comportamento Organizacional da Universidade de Stanford, Jeffrey Pfeffer, “Morrendo por um pagamento” (Dying for a Paycheck), que mostra que o modelo de gestão de negócios atual gera um surto de estresse, piorando a saúde dos trabalhadores. O pedido foi aceito e é sobre este assunto que falamos nesta edição.

Para se ter ideia do problema, uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial revela que cerca de 75% dos gastos com saúde no mundo são para tratar doenças crônicas, sendo que boa parte delas vem do estresse gerado no trabalho.

De forma pragmática, essa realidade pode ter como causa a crise econômica que enfrentamos ou o enxugamento das posições nas empresas, que faz com que muitas pessoas estejam sobrecarregadas com o trabalho. É também e vai além.

A sociedade moderna prega que a identidade do indivíduo existe se ele trabalha, com a expectativa de que o trabalho é o único fator para felicidade, energia e motivação na vida dele. Mas, se não há uma mente sadia, com cuidados do corpo, não há como ter equilíbrio, segundo Odoardo Carsughi, Diretor de Recursos Humanos da Associação Congregação de Santa Catarina, que estuda este tema há muito tempo.

Na visão dele, as gerações mais antigas aceitavam o bulliyng emocional para ganhar dinheiro, porque o sonho foi construído no materialismo. “Essa é a geração do ter, estado que pouco importa para as novas gerações, que, por sua vez, desejam o ser e estão na economia do compartilhamento e da experiência”, explica.

Odoardo ressalta que dinheiro é um analgésico para aceitar toda opressão e estresse, o que nos mostra um problema conjuntural porque as organizações continuam tratando os mesmos problemas com remédios antigos e acreditam que montar salas de descompressão vão ajudá-las nesta nova era.

“Se pararmos para pensar, os filhos da minha geração, cresceram olhando os pais sofrendo em uma rotina de mais de 12 horas trabalhadas, reclamando da empresa e do chefe e, por observação, já criaram um pré-conceito desse universo e decidem que não querem viver isso”. Essa é uma das razões, na visão do executivo de RH, que provoca uma necessidade de mudança no cenário corporativo e que boa parte das empresas ainda não se deu conta, pois acham que a oferta dos profissionais que aceitam a troca de dinheiro e depreciação é eterna.

Para ele, os dirigentes das empresas, obrigatoriamente, deverão repensar os modelos de gestão, do contrário, não haverá mais oferta de trabalho. “Algumas companhias têm tentado mudar de forma profunda, mas ainda são poucas. Repensar não é cosmética, como o caso das salas de descompressão, e se for, precisa ser uma consequência”.

Modelos organizacionais mais fluidos, times multitarefas que não têm chefes, mas se juntam para conduzir os projetos, sem a tradicional hierarquia ou a ideia de comando e controle, são algumas das soluções que Odoardo vê neste novo mundo do trabalho. Ligadas a esses pontos, a confiança e um maior entendimento sobre a natureza humana também são competências fundamentais para a nova liderança desenvolver.

Não há receita de bolo, mas…

… há a parte do indivíduo para evitar ou transformar essa experiência criando opções de escolha.

A primeira delas recomendada pelo executivo é praticar atividades físicas. “Essa opressão corporativa gera uma energia intensa que vai para algum lugar e, normalmente, gera uma doença”. Por isso, busque por ferramentas que aliviem a tensão.

Depois desta vem a de investir em sua formação. Seja o profissional que o mercado quer comprar. Destine uma porcentagem do que ganha para a sua educação, independente do mercado estar aquecido ou não.

A outra estratégia é reservar para não virar refém da sua própria história. A independência financeira se constrói ao longo dos anos e não existe modo fácil de garanti-la, e sim deve estar em um patamar de extrema importância. “Sempre que quiser gastar dinheiro em algo, pensei se isso te ajudará no curto ou longo prazo. A resposta está aí”, indica Odoardo.

Para os esperançosos ou pessimistas de plantão, o fato é que esse universo do trabalho ainda vai demorar para se transformar, mas a estrada pode ter mais ou menos curvas de acordo com o modo como construímos ela.

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Transformação digital exige novo perfil do gestor de Saúde

Márcia Oliveira, consultora sênior de carreira da Produtive, falou sobre a importância da experiência do paciente e como isso mudou o novo perfil de gestão da saúde em entrevista para o blog da MV.

 

 

Alinhar gestão, tecnologia e pessoas é um dos desafios das lideranças diante do cenário no qual mais de 75% dos pacientes esperam utilizar serviços digitais no futuro

Com a necessidade cada vez maior de profissionalização e o avanço da transformação digital, o perfil do gestor de Saúde tem se transformado. Centrada antigamente no médico, a gestão passou a ter como figura principal o relacionamento com o paciente. “A experiência do paciente é o mais importante. Ela envolve desde confiabilidade e excelência no tratamento até a recepção do cliente no ambiente da organização de Saúde”, explica Marcia Oliveira, consultora de carreira sênior da Produtive.

As instituições do setor estão automatizando processos administrativos, operacionais e assistenciais em busca de um atendimento mais eficiente e seguro, além de melhor rentabilidade. De acordo com um estudo específico sobre hospitais realizado pela McKinsey & Company, esse cenário é reflexo da mudança de perfil do paciente: mais de 75% deles esperam utilizar serviços digitais no futuro. A pesquisa mostra, ainda, que organizações conectadas são 50% mais propensas a aumentar a participação no mercado e elevar as margens de lucro, em comparação às suas concorrentes sem acesso à tecnologia.

Diante disso, o novo gestor precisa alinhar gestão, tecnologia e pessoas, enxergando a organização como um todo, com estratégias que coloquem o paciente no centro do negócio. “Hoje em dia esse profissional precisa acompanhar todas as mudanças – principalmente as que envolvem a transformação digital. Ferramentas como inteligência artificial e analytics estão transformando a maneira como o paciente recebe o tratamento, assim como o diagnóstico”, ressalta Marcia. Segundo a especialista, as organizações passam a trabalhar com outro foco: a prevenção de doenças e a promoção da qualidade de vida – não apenas a recuperação de condições já estabelecidas.

 

Mudança cultural

Nessa nova realidade, as posições hierárquicas dão lugar à uma visão mais holística. “O gestor da era da transformação digital precisa transformar o modelo mental, deixando para trás velhos padrões, colocando em prática atitudes menos hierárquicas para que, assim, todos os profissionais trabalhem juntos pelo bem-estar do paciente. É importante que o líder mostre o quanto cada um da equipe tem valor nesse momento”, explica Marcia. Ao trabalhar em um ambiente integrado por ferramentas e sistemas, torna-se mais fácil empoderar os profissionais envolvidos em cada processo e facilitar a comunicação entre eles – o que impacta diretamente na qualidade da assistência.

Para isso, o gestor de Saúde é o principal responsável por incentivar uma nova cultura entre as equipes. “Todos precisam entender que a transformação digital não é o fim, mas o meio. É uma mudança de pensar, em um ambiente onde a palavra máxima não é sempre a de um só médico, e que novas tecnologias – como aplicativos e robôs – e modelos colaborativos começam a fazer parte do cotidiano”.

O IMPACTO DA GESTÃO DE PESSOAS NOS RESULTADOS DAS INSTITUIÇÕES HOSPITALARES

A consultora de carreira da Produtive, Vaneça Mouraria, fala sobre a importância da gestão de pessoas em hospitais para o portal GesSaúde.

gessaude

A gestão de pessoas tem impacto direto nos resultados das instituições hospitalares, uma vez que, assim como em organizações de outros setores, o sucesso só é alcançado por meio do trabalho em equipe. Com funcionários qualificados e engajados, do assistencial ao backoffice, o hospital alcança a excelência no atendimento ao paciente e conquista o equilíbrio financeiro necessário para manter e desenvolver a operação.

Para a consultora de carreira da Produtive Vaneça Mouraria, o papel do gestor é decisivo na implantação e execução da gestão de pessoas em instituições hospitalares. “O gestor precisa aliar conhecimento técnico-assistencial à visão estratégica, de forma a conseguir enxergar o hospital como um todo e incentivar as equipes a buscar os resultados planejados”, destaca. É preciso, portanto, elevar continuamente a maturidade de gestão hospitalar para desenvolver e motivar os funcionários de todos os departamentos e colocá-los lado a lado, alinhados e com os mesmos objetivos.

As estratégias de gestão de pessoas em hospitais precisam ser aplicadas desde a seleção dos funcionários, passando pelo acompanhamento da rotina até a avaliação periódica, com geração e execução dos planos de desenvolvimento individual, de forma integrada e com visão estratégica. Isso porque a excelência no atendimento envolve todos os profissionais, especialmente, mas não somente, aqueles que lidam diretamente com o paciente.

Apesar desta necessidade ser mais evidente com a equipe médico-assistencial, as demais áreas, incluindo especialmente as recepções, não podem ficar de lado, de acordo com a consultora. “Trata-se muitas vezes do primeiro contato que a pessoa terá ao procurar o atendimento. Na maioria das situações, ela está fragilizada. O acolhimento fará a diferença na forma como ela enxerga a organização”, afirma Vaneça. A especialista explica que é essencial capacitar os funcionários para que saibam lidar com esse tipo de nuance e compreender as necessidades de cada indivíduo, mesmo que ele esteja irritado ou impaciente.

Outro setor no qual a gestão de pessoas é essencial é a hotelaria. Em hospitais de ponta, a área ganhou grande destaque porque faz parte da experiência que o paciente tem com a instituição. “As pessoas não querem se sentir em um hospital, que em geral, transmite impressão de frieza. Por isso, grandes organizações estão investindo pesado na área de hotelaria, inclusive com a criação de cargos como o concierge, que cuida de todas as necessidades do paciente enquanto ele permanece internado”, comenta.

Esses profissionais devem ser capacitados constantemente para que estejam alinhados com os processos de trabalho e com as metas a serem alcançadas pela organização.

Assistencial

Apesar dos profissionais da farmácia não lidarem diretamente com o paciente, é uma área onde as pessoas do setor são essenciais para garantir resultados positivos nas instituições hospitalares. Afinal, a medicação e demais insumos são parte crucial do tratamento. “Os profissionais da farmácia precisam ter conhecimento do impacto causado por possíveis erros de medicação, de dosagem ou simplesmente de falha no horário de aplicação. Para tanto, necessitam de capacitação contínua e engajamento com o setor assistencial, algo que deve ser incentivado pelo gestor, juntamente com a equipe de recursos humanos”, diz a especialista.

No caso de médicos, enfermeiros e equipes multi-disciplinar, os cuidados são ainda maiores no que diz respeito à gestão de pessoas, conforme Vaneça. “Além dos conhecimentos técnicos para desempenhar suas funções, esses profissionais precisam desenvolver habilidades de relacionamento para lidar diretamente com o paciente e seus familiares, portanto, a capacitação para essas situações é essencial em um hospital que quer garantir a excelência de atendimento.”

Alcançar resultados depende da integração de todos os times que compõem um hospital, do assistencial ao backoffice. Nesse processo, desenvolver a maturidade da gestão hospitalar é fator decisivo porque proporciona a capacidade de enxergar o todo – e, mais que isso, fazê-lo funcionar.

Acesse a matéria no site da GesSaúde.

Geração digital na Saúde: 4 passos para atrair esses profissionais

A gerente de relacionamento da Produtive, Melina Graf, lista os quatro passos para que a área da Saúde promova iniciativas que atraiam os millennials.

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Até 2020, mais de 50% da força de trabalho será formada por millennials, como mostra pesquisa feita pela Universidade de Oxford. Somado a isso, a perspectiva é que, em 2035, faltem 12,9 milhões de trabalhadores na área da Saúde. Esses aspectos jogam luz à importância de as organizações do setor elaborarem, desde já, uma estratégia de recursos humanos que torne a indústria atraente para a geração digital. Isso porque, esses jovens, nascidos a partir de 1982, possuem expectativas diferentes dos profissionais mais velhos: exigem maior diversidade de desafios com retornos variados, bem distintos da estabilidade e plano de carreira que seus pais esperavam.

Como reflexo da tecnologia, estão habituados a ter uma vida mais globalizada, mantendo relações sociais e profissionais no mundo todo com a ajuda das redes sociais e dispositivos móveis. A colaboração é uma das palavras-chave no ambiente de trabalho desejado por esses profissionais, no qual a criação e produção de um projeto acontecem de forma integrada, com várias ferramentas de comunicação, em um ambiente extremamente dinâmico. De acordo com a pesquisa “Future of Work”, realizada pela ADP, companhia global de soluções de gestão do capital humano, os millennials acreditam que a liberdade dada pelas empresas ainda não é suficiente, e que ainda é preciso muita adaptação nessa relação. Para isso, a área de recursos humanos deve adotar soluções e softwares que ajudem a tornar o trabalho mais conectado, colocando-o à disposição dos gestores e dos funcionários.

“Esses jovens, muito mais do que assumir cargos altos, querem ter a liberdade de criar e de participar de projetos e decisões de negócios”, diz Melina Graf, gerente de relacionamento da Produtive, consultoria de planejamento e transição de carreira, ressaltando que isso não é diferente na área da Saúde. Esse aspecto, explica Melina, vale tanto para a área operacional, quanto para a assistencial. Se de um lado, profissionais da área financeira podem participar de decisões estratégicas de compra; de outro, médicos e enfermeiros podem, por exemplo, sugerir a adoção de um sistema para a triagem de pacientes ou inovações para os tratamentos.

Mas, segundo ela, na área da Saúde, um mercado mais tradicional, o primeiro passo é mudar a mentalidade, quebrando paradigmas de gestão. “É essencial entender que a geração digital não se comporta da mesma forma que as mais antigas; busca um trabalho que envolva questões motivacionais e, no caso da área administrativa, jornada mais flexível. Para eles, o que importa é a qualidade do serviço prestado, não o número de horas que passam no trabalho”, ressalta. A seguir, Melina mostra três processos de RH que devem ser revistos:

1.Treinamento
A geração digital é ágil para trabalhar e, por isso, precisa de processos rápidos de treinamento. “Colocá-la em uma sala durante uma hora, sem nenhuma interação, para passar conhecimento, significa perder tempo e dinheiro”, diz Melina. Segundo ela, as ações de capacitação devem ser redesenhadas para esse público, com cursos mais rápidos e diretos. A recomendação é o uso da tecnologia, tanto para treinamentos à distância, nos quais o profissional pode participar onde e quando quiser; quanto para os presenciais, com uso de recursos digitais e interação. Muita companhias já usam games para treinamentos.

2. Reconhecimento
Um dos principais aspectos motivacionais dessa geração é o reconhecimento. É essencial, ao estabelecer metas na empresa, estipular programas de incentivo, como uma bonificação salarial, um dia off ou premiações. Além disso, elogie quando melhorias forem feitas no processo assistencial ou administrativo, e soluções inovadoras de tratamento surgirem.

3. Avaliação
Quem gerencia esses jovens deve estar aberto a ouvir, e não apenas a dar feedbacks. Estipular um programa completo de avaliação é essencial para mantê-los motivados e mais produtivos. O ideal é contar com uma avaliação 360°, processo em que os participantes (avaliados) recebem feedback estruturado de seu superior, pares e subordinados, fazendo também uma autoavaliação. Dessa forma, eles podem, além de serem avaliados, avaliar o seu gestor.

4. Ambiente
O clima organizacional é outro ponto crucial. “Crie um espaço em que o profissional consiga se desenvolver, mostrar sua identidade e com comunicação aberta”, afirma Melina. Além disso, estimule a convivência de todas as áreas e dê a possibilidade de troca de setores, algo valorizado pelos jovens. Melina ressalta que a mudança de áreas e a participação em projetos diferentes é um aspecto importante para essa geração, a chamada carreira em nuvem. Por exemplo, dê a oportunidade de médicos ou enfermeiros do setor de oncologia participarem de projetos na área de nutrição. Isso, além de aprimorar as competências profissionais, promove a troca de conhecimento criação de projetos.

O primeiro passo para atrair a geração digital já está sendo dado com o redesenho da gestão hospitalar na maior parte dos hospitais, com a adoção de ferramentas como Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), checagem beira leito e tecnologia in-memory, que  automatizam o trabalho e garantem uma assistência mais segura e completa.

Veja a matéria no site da Saúde Business.