Tag Archives: planejamento de carreira

Pós-graduação é fundamental para se destacar no mercado e crescer na carreira

O consultor de carreira sênior na Produtive, André Ribeiro, concede entrevista ao jornal Correio da Bahia sobre especialização acadêmica. 

correiodabahia

Se o diploma de curso superior já foi uma garantia de entrada no mercado de trabalho, hoje não é mais. Para ter a oportunidade de crescer dentro de uma área, principalmente em um cenário de recessão, é preciso mais bagagem e a pós-graduação pode ser um caminho para garantir esse espaço.

Além disso, o interesse das empresas por aqueles que investem em uma pós vai além do título. Segundo Renato Trindade, gerente da divisão de operações da Page Personnel – unidade de negócios que recruta profissionais de nível técnico e dá suporte à gerência -, esses “profissionais (com pós) são bem vistos porque continuam se especializando, dão atenção à carreira e estão de olho no futuro”.

André Ribeiro, consultor de carreira sênior da Produtive – Carreira e Conexões com o Mercado, chama atenção para a atual fase de “trabalhabilidade”. “É um cenário com um movimento de fechamento, fusões e ciclos mais curtos, o que leva o profissional a se ver mais vezes disponível no mercado”, diz. Segundo ele, é por isso que a ideia de se destacar nesse cenário ganha mais importância.  

Lato ou Stricto Sensu?

Segundo Carolina Spinola, pós-reitora de pós-graduação da Universidade Salvador – Unifacs, hoje não é tão nítido o padrão do Lato Sensu (especialização e MBA) estar relacionado apenas ao mercado e o Stricto Sensu (mestrado e doutorado) à academia. “Existem muitas pessoas procurando o Stricto Sensu como forma de diferenciação em seus currículos. Há também os mestrados profissionais que podem ser aplicados à realidade da empresa”, diz.

De acordo com André Ribeiro, os mestrados profissionais são mais direcionados. “Essa é uma área mais robusta, que vai ampliar a competitividade no mercado de trabalho”, diz. Como opção para quem quer seguir a carreira acadêmica, o mestrado ainda é o caminho a ser seguido.

Como escolher a pós

Afinidades: Não adianta escolher um curso apenas pela demanda do mercado. O importante é que o profissional saiba as suas afinidades e escolha algo que melhore o seu repertório.

Mercado: Existe uma infinidade de cursos que se relacionam e às vezes é difícil filtrar. Com uma pesquisa de mercado é possível descobrir o que está sendo demandado e isso pode ajudar na decisão.

Mestrado profissional:  Para quem quer ter uma formação mais completa e não deseja seguir a carreira acadêmica, existe a opção de um mestrado profissional. Com ele é possível aplicar o aprendizado à realidade da própria empresa, por exemplo.

Negócio: De Engenharia a Marketing, quem quer investir em um negócio precisa ter uma bagagem que muitas vezes não é oferecida na graduação. Uma pós em Administração ou Finanças, por exemplo, pode ajudar na gestão.

Disciplinas: Na hora da escolha vale se atentar às disciplinas. Isso norteará o resultado final do curso.

Acesse aqui o link original da publicação

O olhar sobre a carreira em tempos de crise

O CEO da Produtive aborda como o protagonismo na carreira prepara o profissional para diversos momentos, como os de crise econômica.

opovo

A crise econômica que atingiu o Brasil por dois anos seguidos reverbera, ainda que de forma mais suave, neste 2017. E o olhar sobre a carreira também muda. Se por um lado as pessoas aproveitam o momento de caos para mudar o foco de trabalho, mirando na felicidade, outras se retraem, evitando qualquer pequena modificação na carreira.

“A crise seria até o momento de repensar e partir pra outra coisa, mas as pessoas têm medo de mudar de emprego e não arrumar mais nada”, exemplifica Rafael Souto.

Para ele, são poucos aqueles que arriscam enfrentar o mar de mudanças. Orienta, porém, que se não vai tomar decisão por medo, a crise “no mínimo é momento de reflexão e mudança” para o profissional dar um novo passo na carreira.

“Independente de crise, quem não tem planos e reflexão sobre sua trajetória de carreira e futuro fica a sabor do que aparece. Se aproprie, seja protagonista da sua carreira”, aconselha.

Estabilidade em troca de equilíbrio

Rafael Souto fala sobre o conceito de Life Design em entrevista ao jornal O Povo, de Fortaleza.

opovo

Nos idos de 1960 e 1970, a vida dentro da empresa era completamente dissociada da vida fora dela. O processo de trabalho também era outro, garantindo ao funcionário construir toda a sua carreira basicamente em um único local. A estabilidade, entretanto, já não é fator preponderante no desenvolvimento de uma carreira.

Rafael Souto, sócio-fundador e CEO da Produtive Carreira e Conexões com o Mercado, defende o pensamento da escola contemporânea Life Design, segundo a qual as pessoas pensam suas carreiras, mas de forma integrada a temas como família, vida pessoal, saúde e propósitos. E cabe ao profissional avaliar qual tema é mais importante para si e fazer a chamada arquitetura de vida.

Com a amplidão do sentido do trabalho, logo um novo paradigma de carreira passou a valer. “Quando a gente concentra nessa arquitetura de vida toca no propósito: ‘o que eu quero pra minha vida’, ‘em quê eu acredito?’ Se essas crenças e minha ética não combinarem com valores da companhia, fica difícil de trabalhar”, afirma Rafael.

Caso os temas variantes e as experiências do sujeito estejam em desequilíbrio, os lucros e as metas na empresa perdem seu sentido. E para alcançar o equilíbrio na carreira, o especialista recomenda a reflexão sobre cinco temas de vida. O primeiro propõe pensar sobre sua satisfação e objetivos, e a questionar-se sobre coisas como ‘onde eu não trabalharia?’, ‘em quê eu acredito?’.

O segundo é refletir ‘como está minha saúde emocional e física?’. O terceiro recai sobre as finanças pessoais: ‘como vai a organização do meu dinheiro?’, ‘como será meu futuro?’. O quarto tema é avaliar a reputação conquistada na empresa e diante de todas as pessoas que me cercam. O quinto e último trata sobre a competitividade em si, considerando aspectos como formação, experiência e área de atuação. “Recomendaria olhar esses cinco aspectos que correspondem à arquitetura de vida. Não é fácil, mas todos devem estar harmonizados”, complementa Rafael.

Quando a expatriação é ótima (e quando é péssima) para a carreira

Rafael Souto, presidente da Produtive, fala sobre sucesso e fracasso para quem vai trabalhar em outro país.

https://www.youtube.com/watch?v=TLD7u5d4UB0&feature=youtu.be

 

 

logo-exame

 A expatriação pura e simplesmente não é sinônimo de crescimento profissional. Rafael Souto, presidente da Produtive, já viu até quem se desse mal na carreira, após uma movimentação internacional desconectada da área-foco. Ele explica quando ela pode dar certo e ser uma ótima experiência profissional e quando pode dar tudo errado, em mais um dos vídeos de carreira.