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Produtive lança plataforma colaborativa, reinventando o serviço de recolocação profissional de executivos

Como mais um passo de inovação da Produtive, que sempre mantém o seu legado de protagonismo na integração de tendências do novo mundo do trabalho aos seus serviços (conheça a nossa história), lançamos o HUB de Conexões Produtive.

Trata-se de um serviço estratégico inspirado nos novos conceitos de trabalho em células, trabalhabilidade e carreira em nuvem para que o profissional mantenha uma rede potente de conexões, expandindo a geração de movimentos de mercado oferecidos pela consultoria.

Em maio de 2017, a Produtive anunciou a criação do conceito “Outplacement 3.0” (leia aqui as informações deste marco), inserindo nesse escopo de serviço uma nova forma de fazer conexões e posicionar a marca de profissionais no mercado. Somado a isso, agora, com a criação do HUB de Conexões, a empresa reforça mais uma vez o seu protagonismo nos serviços de gestão de carreira e recolocação profissional.

“A era da trabalhabilidade exige protagonismo na carreira e visão de longo prazo. As rápidas transformações do mercado pressupõem que os profissionais estejam sempre em movimento, seja na busca de oportunidades, na reciclagem de suas estratégias ou em seu desenvolvimento de carreira”, afirma Rafael Souto, CEO da Produtive.

Assim, ao invés de somente ajudar o executivo a encontrar um novo emprego,  a proposta é aumentar a conectividade a tudo que possa beneficiar o assessorado em seu processo de movimentação, estimulando a criação de negócios, investimentos, mentorias, ideias e conteúdo com outros executivos dentro do HUB.

Este novo serviço também contempla uma relação de longo prazo. Desta forma, mesmo com o término do contrato, o cliente irá permanecer nessa plataforma até quando quiser. “Entendemos que a carreira não deve ser pensada apenas em um momento de transição, mas sim é necessária uma atitude permanente de reflexão e conexão com o mercado”, diz Souto.

A gestão da carreira é mais do que recolocação, é também a possibilidade de construir uma relação de longo prazo com uma rede rica e potente, na qual só a Produtive pode oferecer por meio deste HUB.

Mais do que tecnologia, o HUB representa um novo conceito nos serviços de carreira.

Venha conhecer!

Como não passar vergonha na hora de fazer networking

A Exame.com traz reportagem sobre como fazer um networking estratégico e não cair em saias justas nesse processo de relacionamento com as contribuições ricas da consultora sênior de carreira da Produtive, Márcia Oliveira.

É uma verdade universalmente conhecida entre especialistas que um profissional em busca de um emprego, e em posse de uma grande rede de contatos, deve conseguir uma boa indicação.

Se você tem vergonha de fazer networking e já desistiu da sua rede, talvez seja hora de repensar. Em tempos difíceis, essa habilidade pode ajudar a abrir novas portas e alçar sua carreira.

Pedir por uma ajuda a desconhecidos pode levar a momentos embaraçosos e gafes, mas Marcia Oliveira, consultora de carreira sênior na Produtive, garante que existem barreiras ao uso do networking que podem ser vencidas na prática.

Sua primeira dica é começar pequeno. Em vez de entrar em contato com o fundador da empresa que tem interesse, treinar a aproximação de contatos menos distantes, como colegas da faculdade, amigos e parentes.

Maiores constrangimentos podem ocorrer por razões emocionais. “Essa vergonha pode ser gerada por crenças limitantes, que dificultam um processo que é natural. Muitas vezes as pessoas têm receio de pedir um favor e parecer frágil, têm receio de receber um não ou têm baixa tolerância à frustração”, explica.

O remédio para esse constrangimento é a consciência do valor oferecido na relação com o outro.

Segundo Robert Wong, presidente da Havik, muitos se esquecem de que o bom networking representa um ganho para os dois lados. Assim, é preciso estabelecer um equilíbrio entre o seu interesse e também o que você pode oferecer em troca.

“Networking é um modelo mental. Não é apenas para buscar emprego, mas é uma prática de troca de informação, benchmarking, aprimoramento de conhecimento, geração de negócio e solução de problemas. Alcançar seus objetivos fica mais fácil se tiver feito sua lição de casa todos os dias”, explica Marcia.

Wong reforça a ideia da consultora: “Criar o networking é o mais fácil, mas manter a rede é uma arte”.

O trabalho de manutenção das relações para fazer um bom networking deve ser constante. Isso pode poupar a vergonha de retomar o contato com um colega de trabalho com quem não fala há anos.

 

NEWSLETTER CARREIRA EM DEBATE – FEVEREIRO 2017

O tema virou febre há alguns anos. Afinal, a conquista de uma boa rede de relacionamento é fundamental para qualquer profissional. Mas, até que ponto as pessoas sabem fazer networking?

Conversamos com o conselheiro de carreiras na Produtive, Marcos Minoru, que também é professor da Fecap (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) e possui mais de 20 anos de experiência na área de recursos humanos em companhias como Toyota, Deloitte, Bombril e Ikesaki, para eleger os cinco erros fatais no networking.

Minoru explica que é um tema que apaixona, mas ainda não tem um tratamento acadêmico adequado. “Há muitos textos sobre o assunto, mas é importante ter o entendimento real do que é o networking e como deve ser feito. Algumas pessoas têm dificuldades em fazer essa socialização, outras já possuem mais desenvoltura, no entanto, ambos perfis precisam estar atentos para não errarem na medida”.

Vamos lá?

1-Abordagem Adequada

Entender que networking é só para procurar empregos. O erro é comum porque o conceito é aplicado de forma equivocada. “As pessoas associam a sua rede a emprego e, quando estão desempregadas, dizem que vão “ativar” esses relacionamentos. Nessa tentativa de aproximação, muitas delas relatam que o contato sabe que o motivo é a procura de emprego, resultando no efeito chicote: afugentando ao invés de aproximar”, afirma Minoru. Nesses casos, ele esclarece que depende da forma como o profissional se aproxima da pessoa. Existem técnicas que ajudam a fazer a abordagem adequada para não haver distorções de intenções e gerar um rompimento de relações. “São segredos de um networking efetivo”.

2-Cabeça virtual

Engana-se quem acredita que o networking é para ser feito somente por mídias digitais. A utilização de ferramentas digitais, como o LinkedIn, facilita essas relações, mas não é só por esse caminho que o profissional deve seguir. “A plataforma propicia o início desse networking, é um “abridor de portas”, no entanto, é fundamental que o profissional potencialize esse relacionamento pessoalmente, gastando a sola do sapato e pagando cafezinhos”, destaca o conselheiro de carreira da Produtive. Ele esclarece que esses recursos digitais são importantes para fazer ou continuar mantendo contato com pessoas que estão em outros estados ou país, por exemplo. Minoru indica que o caminho inverso também aconteça. “É importante que, ao se conhecerem pessoalmente, os profissionais se conectem no LinkedIn a fim de evitarem a perda de contato”.

3-Reciprocidade e altruísmo

Ficar na posição de pedinte é contra os princípios do networking. E ajudar somente quando o profissional tem algo a oferecer também é um caminho fora da curva. Apesar de poder usar os relacionamentos com foco e direcionamento, o profissional deve se ajudar independentemente do cargo que o outro contato tem no momento e sair da visão míope, prestando “socorro” apenas para quem pode gerar algum retorno para ele. A prática é oposta: ajudar as pessoas em qualquer instância. “É o conceito de que a roda gira. Você ajuda uma pessoa que vai ajudar outra e assim por diante. O importante é estar disposto a ajudar. Não é um “toma lá dá cá”, ou seja, vou fazer isso para você porque sei que vou ter algo em troca. Não é porque o contato é um diretor que é ele quem vai te ajudar. A pessoa pode ter o poder, mas não tem a vontade de fazer. De repente, é o assistente dele quem indica ou influência as decisões desse diretor”, afirma Minoru.

5-Fazer pré-seleção

Não é porque um contato deixou de ser diretor e está desempregado, que você vai negligenciá-lo e não querer mais se relacionar. As pessoas costumam focar somente no que é interessante para elas. Ir a eventos que só têm profissionais com o mesmo cargo e interesses, por exemplo, ou não querer se relacionar com pessoas de nível “inferior”, fecha fronteiras. “Pode ser que quando um diretor participe de um evento que não está diretamente relacionado ao seu cargo ou a temas de sua área, encontre um colaborador do qual estava precisando para a equipe”, relata o executivo. “Conheço um profissional que conseguiu o seu primeiro emprego por intermédio de um funcionário da limpeza de um escritório de advocacia”.

5- Credibilidade

Não despender tempo para elaborar uma página adequada nas mídias digitais afasta possíveis conexões. O profissional precisa ter boas referências, a começar por um perfil no LinkedIn alinhado com o histórico acadêmico, habilidades construídas nas empresas pelas quais passou, propósito de vida, ter foto com boa resolução e adequada para o ambiente, recomendações etc. É por lá que as pessoas vão procurá-lo para avaliar a sua reputação. Esse alinhamento é um dos pontos que vai fazer com que conexões desconhecidas analisem e decidam se vão se relacionar com outras. “Ouço pessoas dizerem que recebem convites de contatos desconhecidos e ficam na dúvida se devem aceitar ou não. Se o profissional ver que é um perfil crível, deve se conectar a ele”, alerta Minoru, que também diz que, independente do cargo que a pessoa possui, é importante ter um perfil ativo na mídia. “Não é só isso que salva a carreira, mas é um meio importante para mostrar a sua credibilidade e histórico para o mercado”.