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Como atrair a atenção do mercado

A edição de agosto da revista Você S/A traz reportagem sobre as cinco competências mais desejadas do momento por recrutadores ou headhunters. Com exclusividade, a Produtive preparou um Guia de Autoconhecimento para o profissional descobrir gaps e fortalezas, com dicas para desenvolver essas competências.

Sobre a habilidade de Comunicação, por exemplo, Cláudia Monari, Diretora de Operações da Produtive, explica que a forma como indivíduos o fazem influencia na qualidade da tarefa.

A VOCÊ S/A analisou 288 páginas de estudos e relatórios nacionais e internacionais preparados por órgãos como Fórum Econômico Mundial, Garther, Capgemini e Falconi. Juntas, essas instituições ouviram mais de 14.000 pessoas, entre empregados e líderes, de cerca de 1.000 empresas em 130 países. Com base no cruzamento dos dados, destacamos cinco competências mais demandadas atualmente. Só para ter uma ideia, no Brasil, 80% das vagas trabalhadas pela consultoria de recolocação Produtive exigem que os candidatos tenham uma boa comunicação e pensamento digital – duas aptidões dessa reportagem.

Guia de autoconhecimento

Teste feito com exclusividade para VOCÊ S/A ajuda a analisar quais são as suas competências mais fortes e quais devem ser aprimoradas.

 

COMO FAZER A ANÁLISE

Eleja uma pontuação de 0 a 10 como você acha que posiciona em cada competência.

2 Peça feedbacks a gestores, pares e subordinados para verificar se a autoavaliação está correta e faça um comparativo.

3 Monte um plano de desenvolvimento para as competências de notas mais baixas.

PERGUNTAS

 

Comunicação (oral e escrita)

  • Consigo expressar minhas ideias de forma clara e objetiva?

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  • As pessoas costumam pedir mais explicações sobre o assunto que estou falando?

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  • Quando oriento as pessoas, elas fazem exatamente o que eu espero?

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Resolução de problemas

  • Sou chamado para ajudar na resolução de alguma questão complexa que foge de minha rotina?

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  • Quando ofereço soluções, recebo feedbacks de que fui assertivo?

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  • As pessoas tendem a não considerar as minhas opiniões quando tento solucionar uma questão que fico sabendo por acaso?

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Atenção aos detalhes

  • Quando estou participando de um novo projeto, consigo ter uma visão de todas as etapas?

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  • Eu me planejo para todas as etapas da execução de uma demanda?

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  • Consigo me antecipar a possíveis gargalos e problemas de um trabalho?

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Pensamento digital

  • Quanto estou adaptado a novas mídias digitais?

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  • Penso nas mídias digitais de forma estratégica para o negócio e para meu posicionamento de marca profissional?

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  • Sou aberto a soluções com as novas tecnologias?

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Poder de adaptação

  • Sou resistente a novas ideias, processos ou transformações?

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  • Estou aberto a ver de forma positiva as mudanças que agregam valor ao meu trabalho?

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  • Me considero resiliente diante das frustrações ou dos obstáculos que encontro no meu trabalho?

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Serviços de streaming estão contratando a todo vapor

O consultor sênior de carreira da Produtive, André Ribeiro, fala sobre as principais competências que as empresas buscam em profissionais de TI num mercado aquecido de serviços de streaming para a revista Você S/A.

 

Usar celular, tablet, notebook ou Smart TV para acessar vídeos, músicas e filmes, a qualquer hora, sem se prender a grades fixas de programação, já virou parte da rotina. Segundo uma pesquisa recente do Google, a quantidade média de horas que o brasileiro passa assistindo a vídeos por streaming semanalmente cresceu 90,1% nos últimos três anos — saltando de 8,1 horas em 2014 para 15,4 horas neste ano.

Só a Netflix, no país desde 2011, tem 6 milhões de assinantes e receita local de 1,2 bilhão de reais, segundo dados de consultorias de mercado. Isso são mais assinantes do que tem a TV paga Sky e um faturamento 30% maior que o do SBT, por exemplo. Paralelamente, o consumo de conteúdo nas TVs aberta e fechada caiu de 21,9 horas semanais para 22,6 horas no mesmo período, obrigando canais tradicionais, como Globo, SporTV, Fox, Multishow, HBO e ESPN, a se mexerem, criando os próprios serviços on demand.

Outro segmento que se rendeu ao streaming foi o da música. Segundo um estudo da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), mais da metade dos internautas brasileiros usou algum serviço desse tipo para ouvir canções em 2016. Entre os 13 maiores mercados globais de música, o Brasil está na quarta posição entre os principais consumidores de strea­ming, à frente de Estados Unidos, Japão, Reino Unido e França.

Com isso, o conteúdo online sob demanda vem se tornando um negócio com grande potencial de crescimento no país. De acordo com a Agência Nacional do Cinema (Ancine), já há 44 companhias de streaming operando em solo nacional. Mas a penetração desses serviços é baixa: só 10% dos domicílios brasileiros têm usuários de pelo menos uma dessas plataformas. E é justamente nessa estimativa que mora o otimismo, afinal, ainda há muito espaço para crescer.

Esse cenário também favorece o mercado de trabalho. Embora Net­flix e Spotify, as duas maiores organizações do setor, façam segredo sobre o quadro de funcionários e as vagas abertas, sabe-se que nos dois as contratações estão a todo vapor. No LinkedIn, por exemplo, as duas companhias têm anunciado vagas para cargos executivos, gerenciais e operacionais.

Em geral, há três competências comuns procuradas para os postos: criatividade, pensamento estratégico e habilidades digitais. “As empresas do setor querem pessoas antenadas com a evolução de comportamento do cliente, dinâmicas e com capacidade de se adaptar e inovar”, diz André Ribeiro, da Produtive, consultoria de carreira de São Paulo. O conhecimento de idiomas, como inglês e espanhol, é um diferencial, uma vez que as negociações com fornecedores se dão dentro e fora do país — até a descrição dessas vagas costuma ser em inglês.

Carreiras técnicas, especialmente as ligadas a tecnologia, também estão em alta. Para desenvolver sistemas, colocar o conteúdo no formato adequado nas plataformas e atuar na gestão e na análise de tráfego dos dados, procuram-se profissionais de TI. Mas há uma peculiaridade. “Esse trabalhador precisa ter boa comunicação”, diz André. O perfil do nerd instrospectivo não tem chance, pois a rotina de trabalho é muito ágil e colaborativa.

Início de carreira

Entre as vagas mais anunciadas estão: analista de produto, analista e gerente de tráfego de dados, pesquisador de usuário, especialista em áudio e vídeo, designer de experiência do usuário, líder de programação e operador de streaming. Genis Fidélis, gerente especialista em varejo e digital da Michael Page, consultoria de recrutamento de São Paulo, afirma que o maior volume de cargos é para quem está no começo da carreira. “São estruturas que estão sendo montadas, então analistas e gerentes respondem pela maior parte das vagas. É uma boa oportunidade para quem está querendo mudar de emprego ou acabou de entrar no mercado de trabalho”, diz.

Esse é o caso do estudante de produção audiovisual paulistano Caio de Aquino Gallo, de 22 anos, social media do portal de streaming de vídeos Looke, o concorrente brasileiro da Netflix. Observando o crescimento do mercado de streaming, o jovem, que tem um canal sobre cinema no YouTube, enxergou uma oportunidade profissional. Em abril deste ano, depois de prospectar vagas em empresas do ramo, foi contratado para cuidar das redes sociais do Looke, que tem hoje cerca de 100 000 usuá­rios. “Faço em média 18 posts por semana nas redes sociais e analiso dados das publicações, direcionando-as para clientes em potencial”, diz. Segundo Caio, o trabalho exige conhecimento sobre cinema e artes em geral. “Assisto a pelo menos dez filmes por semana e estou sempre atualizado para contextualizar as publicações”, afirma.

Enquanto as grandes empresas do segmento mantêm sua estratégia trancada a sete chaves (nenhuma das líderes do segmento procuradas pela reportagem quis abrir dados locais), as menores partem para a briga dispostas a abocanhar pelo menos uma lasca desse mercado.

Segundo Luiz Guimarães, diretor de conteúdo e negócios do Looke, a plataforma busca ser um complemento ao Netflix, por exemplo. “Acreditamos que o consumidor pode ter mais de um serviço de streaming”, diz. Lançado em 2015, o Looke tem 12 000 vídeos no acervo e cobra preços que variam de 99 centavos a 26 reais, dependendo da opção do cliente, que pode escolher entre aluguel avulso ou assinatura mensal.

Com sede em São Paulo, a companhia emprega 20 colaboradores, mas a possibilidade de um aporte financeiro pode aumentar esse quadro. “Até agora crescemos de forma orgânica, mas estamos buscando investidores. Caso nosso plano se concretize, podemos dobrar a equipe e iniciar uma expansão para a América Latina”, diz o executivo. No radar, estão especialistas em tecnologia, mas também profissionais das áreas comercial e jurídica, para realizar as negociações com os grandes estúdios.

Em outras plataformas, o plano é investir em nichos específicos. A Univer Video, por exemplo, aposta no conteúdo gospel. A Oldflix, nos filmes antigos. Na ClapMe, o foco são shows. Apesar de ter uma estrutura bem mais robusta do que esses empreendimentos, o Watch ESPN, on demand da ESPN, também tem como tática oferecer conteúdo especializado. Com uma média de 600 vídeos incorporados por mês, os fãs de esportes podem acessar o conteúdo do canal quando querem. “Estamos vivendo uma mudança de hábito. Antes, você parava para ver TV. Agora ela precisa te acompanhar”, diz Marcello Zeni, vice-presidente de afiliadas da ESPN no Brasil. De acordo com o executivo, um conteúdo no Watch ESPN chega a ter audiência até 170% maior do que na TV tradicional. Para cuidar do streaming da emissora, 70 dos 500 funcionários do canal já se dedicam ao serviço.

Priscila Penha, de 37 anos, é uma dessas pessoas. Formada em relações públicas, ela foi contratada há três meses como supervisora digital no canal ESPN. Entre as atribuições do cargo, recém-criado, está centralizar as ações de mídias sociais da emissora e ajudar a alavancar o negócio de streaming no país. Antes desse emprego, Priscila havia trabalhado durante dez anos na Sky e em um projeto de digitalização da TV aberta, comandado pela startup Seja Digital. “Para entender o que oferecer aos assinantes, eu precisei mudar a rotina e hoje consumo muito mais esporte do que antes”, afirma.

Como se especializar

Por ser um segmento novo, ainda não há especializações focadas no negócio de streaming. Para se aprofundar no assunto, é preciso buscar experiência no próprio mercado. “Ninguém espera que o candidato chegue pronto, mas há fóruns, palestras e debates sobre o assunto que podem enriquecer a experiência”, diz Genis Fidélis, da Michael Page.

Da mesma forma que os profissionais não têm uma bibliografia acadêmica para ajudar na capacitação, as empresas também têm dificuldades para encontrar gente qualificada para atuar na área. “Precisamos garimpar. Há mais oportunidades do que mão de obra qualificada”, diz a executiva da Michael Page.

Para quem deseja trabalhar nesse novo (e promissor) universo do entretenimento, vale lembrar que Amazon Prime Video, HBO Go e Disney Now vão ampliar seus serviços de streaming no Brasil em 2018, o que pode gerar ainda mais oportunidades.   

Transformação digital exige um novo perfil de CIO

Para o ITFórum 365, a consultora de carreira sênior da Produtive, Marcia Oliveira, aborda os comportamentos que o CIO precisa adotar em seu trabalho.

Líder de tecnologia passa a trabalhar em conjunto com CEO e diretores das demais áreas; possuir visão estratégica é tão importante quanto a habilidade técnica

Com a transformação digital, que impacta empresas de todos os portes e segmentos, e o surgimento de modelos de negócios disruptivos, como Uber e Airbnb, as atribuições do CIO também se transformam. Se antes falava-se apenas em manutenção de máquinas e instalação de software, hoje há uma gama de áreas a se especializar e as empresas precisam de um profissional que esteja atento às inovações, ao mesmo tempo que garanta agilidade e segurança da informação. “Agora o CIO participa, efetivamente, da construção da estratégia do negócio”, explica Marcia Oliveira, consultora de carreira sênior da Produtive.

Segundo ela, o profissional de TI precisa de uma nova abordagem, na qual a capacidade de gerir pessoas, trabalhar em equipe e possuir visão estratégica são tão importantes quanto a habilidade técnica.

Isso porque, com transformação digital, o executivo de TI passa a atuar lado a lado com o CEO e os principais diretores da empresa. “O CIO precisa construir uma nova imagem para ganhar confiança e influência nas áreas estratégicas da empresa. Para isso, é importante conhecer, além de tecnologia, metodologias relacionadas aos negócios, gestão, finanças e marketing”, explica Marcia.

Coaching como apoio

Para fazer essa transição e planejar os próximos passos da carreira, o coaching pode ser um grande aliado. O objetivo do processo é levar a pessoa de um patamar a outro. Por exemplo: o profissional quer se aproximar dos principais executivos da empresa e assumir uma postura mais gerencial, mas não possui as habilidades comportamentais exigidas. Com a ajuda de um coach, qualquer habilidade pode ser trabalhada. O processo consiste em três etapas. Primeiro é realizado um assessment para avaliar o perfil do profissional e suas competências e, assim, eleger os pontos que precisam ser desenvolvidos. Feito isso, começam as sessões que contam com entrevistas, conversas e atividades, em um total de seis a 12 encontros.

Com a definição do que será trabalhado, começa a parte prática. Durante a sessão, que dura em média uma hora, o coach propõe reflexões, aplica testes, faz perguntas e sugere algumas atitudes a serem inseridas no dia a dia. A recomendação é que o profissional busque, também, ajuda de pessoas nas quais confia. A mudança, quando feita sozinha, é mais difícil. Conversar com colegas de trabalho e pessoas do mercado que sejam um exemplo, auxilia nesse processo.

Os novos conhecimentos podem vir, também, do meio acadêmico, com cursos e estudos sobre as áreas, ou do próprio ambiente corporativo, com a participação em treinamentos, eventos e o envolvimento com os demais setores da empresa. Porém, Marcia ressalta: “É importante que o CIO tenha disposição e se ofereça para participar mais do negócio”.

A ideia é que o CIO consiga mesclar as competências técnicas com as comportamentais para, assim, direcionar a transformação digital. Segundo Marcia, para contribuir com o planejamento futuro da organização, o profissional precisa se antecipar às mudanças e levar tendências para o ambiente de trabalho. “Hoje a tecnologia muda a todo momento, e o profissional que não se atualiza, perde espaço nessa jornada”.

SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA A MATURIDADE DE GESTÃO HOSPITALAR

O consultor de carreira da Produtive, Fernando Vincenzo, destaca análise das competências comportamentais como diferencial durante processo seletivo para o blog GesSaúde.

gessaude

Hospitais são organizações que requerem equipes multidisciplinares de funcionários, todos com alto nível de profissionalização. São administradores, médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, farmacêuticos, nutricionistas, biomédicos, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, educadores físicos, dentistas e assistentes sociais, entre outros, que precisam atuar de forma integrada para alcançar os mesmos objetivos: proporcionar o melhor e mais seguro atendimento ao paciente e maximizar o resultado da instituição, afinal, o hospital também é uma empresa.

O processo de escolha desses profissionais é considerado complexo. Especialistas em gestão de pessoas destacam que, além dos conhecimentos técnicos específicos de cada área, avaliar também as competências comportamentais do candidato na hora de montar a equipe hospitalar pode ser um diferencial, principalmente para posições de gestão ou ainda mais altas na hierarquia. Dessa forma, a chance de ocorrerem erros de contratação diminui e a equipe se fortalece.

Para o consultor de carreira Fernando Vincenzo, da Produtive, a estratégia de seleção de pessoas para formação de equipes hospitalares requer um olhar atento sobre cada departamento, a fim de apontar quais são as competências técnicas e comportamentais necessárias para cada função. “A contratação de pessoas para funções operacionais é menos complexa que a de médicos e gestores. Os médicos, por exemplo, terão que lidar com uma série de particularidades, entre elas o relacionamento entre o paciente, o hospital e seus familiares, o que exige um perfil diferente de profissional”, destaca.

Vincenzo acredita que uma das formas de obter sucesso na seleção de funcionários de organizações de Saúde é aplicar testes que simulam a multidisciplinaridade das funções. “Dessa forma, é possível identificar a maneira como o candidato trabalha em equipe e lida com subordinados, pares e líderes.”

O consultor cita a importância da área de desenvolvimento de inteligência para mapear a necessidade de cada setor da instituição antes de montar a equipe que atuará nela. “O departamento de gestão de pessoas do hospital deve ser cada vez mais estratégico, avaliando não somente a capacidade técnica do candidato, mas também suas características comportamentais.”

 

Formas de contratação

Vincenzo avalia que a terceirização precisa ser vista com cuidado, já que se não houver maturidade da gestão hospitalar, é difícil atrair profissionais alinhados com a missão e os valores da instituição de Saúde. “Por isso, mesmo que a legislação brasileira agora permita a terceirização da atividade-fim das empresas, essa avaliação deve ser cuidadosa no caso das organizações de Saúde, afinal, elas lidam com a vida.”

Com esses cuidados da gestão de pessoas no momento da contratação, aliados a um plano de capacitação e desenvolvimento continuado do profissional, os hospitais garantem a formação de equipes fortes, interessadas na melhoria contínua e que compreendem que isso agrega satisfação ao trabalho e resulta em um melhor cuidado ao paciente.