Psicopatas no trabalho
25 de janeiro de 2012
O psicopata acha a posição executiva atraente porque ela permite que ele controle outras pessoas, além de facilitar o acesso a grandes quantias de dinheiro e ao prestígio do cargo, o que alimenta sua visão egocêntrica e narcisista do mundo. Ele vai exercendo poder sobre as pessoas até se tornar mais poderoso do que qualquer outro profissional da empresa. Para o psicopata organizacional, uma posição executiva permite que ele manipule, domine e controle sem que sofra as consequências. Caso seja descoberto, ele culpa outra pessoa ou simplesmente escreve um novo currículo com qualificações e experiências fraudadas e parte para outra empresa.
Como podemos nos proteger destes manipuladores? Existe uma conduta que as pessoas possam adotar para evitar se tornar vítimas?
Geralmente, o psicopata organizacional escolhe uma vítima psicologicamente vulnerável, que está procurando atenção, uma promoção e que é ambicioso. Então, isola esta vítima dos outros colegas de trabalho e inicia uma série de ataques psicológicos, fazendo-a sentir medo de que os outros não acreditem nela, ficar envergonhada com a situação e as chantagens que sofre, podendo imaginar que está “louca” e desenvolver ansiedade e depressão. A melhor arma que qualquer pessoa pode usar é conhecer como o psicopata pensa e age, para aprender a lidar com ele.
A empresa também pode treinar seus empregados para reconhecer o comportamento do psicopata, pois, uma vez que as pessoas souberem o que devem procurar, terão maiores chances de discutir o tema. Ao mesmo tempo, a companhia precisa monitorar os suspeitos e controlar seu comportamento de perto. Isto pode levar o psicopata a pedir demissão. Pesquisas sobre psicopatas mostraram que programas de reabilitação os tornam ainda piores, pois eles usam as habilidades aprendidas na reabilitação para se tornarem ainda mais eficazes.
Como você descreveria o “psicopata de sucesso”? Do que ele é capaz?
O psicopata de sucesso é incontrolável. Ele tem tanto poder e controle na organização que ninguém o desmascara, afinal, ele costuma ser visto de fora como um empresário de sucesso. Caso seja descoberto, ele culpa outras pessoas ou encobre seu comportamento com mentiras e fraudes.
Que novidades você traz em Trabalhando com Monstros? O que o inspirou a escrever este livro?
O livro apresenta informações para as vítimas e para as organizações sobre como reconhecer e se proteger de um psicopata. E espero que ele aumente a atenção para o problema e que empresas e governo possam tomar atitudes para proteger as vítimas. Eu o escrevi porque estava recebendo mais vítimas de psicopatas em meu consultório do que eu era capaz de atender. Então, decidi empoderar um número maior de pessoas, contando o que eu vi, pois percebi que se tratava de um problema desconhecido de grande parte da sociedade. Se pelo menos um leitor do meu livro se livrar do psicopata, então meu objetivo foi atingido.
Leia abaixo um trecho do livro de Clarke e entenda como os psicopatas corporativos são capazes de manipular.
Manipulando Empresas
O psicopata corporativo manipula a empresa desde o início. A manipulação acontece em todos os estágios de sua carreira – começa quando o psicopata se candidata ao emprego e continua enquanto ele ascende nos níveis da empresa. Algumas vezes, quando a manipulação é descoberta, o psicopata corporativo está em uma posição tão poderosa que é difícil lidar com a situação. Isso custa à companhia quantias enormes de dinheiro e pode ser devastador para as pessoas que trabalham co ou para o psicopata corporativo.
Como o psicopata escolhe seu empregador
Psicopatas corporativos preferem trabalhar em empresas que estão passando por mudanças, reestruturação ou expansão rápida. Esses ambientes corporativos caóticos tornam mais fácil para o psicopata permanecer despercebido por períodos maiores de tempo, já que eles se escondem por trás da confusão da empresa. Em alguns casos, o psicopata pode até parecer ser um empregado em ascensão porque ele rouba as idéias de outras pessoas e as apresenta para a direção como sendo suas.
Dianne estava tentando desesperadamente impressionar seu chefe, já que as pessoas estavam começando a questionar seu pobre desempenho de trabalho. Ela constantemente deixava de entregar os trabalhos que lhe eram designados e, quando o fazia, eram de uma qualidade tão ruim que tinham de ser refeitos por outra pessoa. Dianne costumava falar com todos que podia no escritório, fingindo estar interessada em seus projetos e reclamando de que a companhia não aceitava pensamentos criativos e novas ideias.
Outro funcionário, Ian, concordava com ela e, conforme conversavam sobre as coisas e se conheciam melhor, ele confidenciou a ela que tinha ideais que poderiam melhorar a empresa. Dianne ouviu atentamente, concordando com ele, elogiando e garantindo que ela iria manter as ideais dele em segredo. Logo em seguida, Dianne escreveu um relatório sugerindo as mudanças de Ian para a direção, que examinou e adorou as ideias.
Dianne passou a ser considerada uma empregada fantástica e seu chefe imediato recebeu ordens para pressioná-la menos, já que ela era uma “funcionária em ascensão” e precisava de espaço para a criatividade. Também disseram a ele que nem todo mundo podia ser tão brilhante e criativo como Dianne e que, se ele estivesse com inveja dela, era melhor ir embora em vez de ficar descontando nela.
Quando o chefe de Dianne e Ian confrontaram a direção e alegaram que as ideias, na verdade, pertenciam a Ian, eles ouviram que era patético tentar roubar o crédito pelas ideias de Dianne e que pessoas como eles podiam ser mais adequadas para outra empresa a menos que se comportassem mais profissionalmente. Dianne não apenas conseguiu ficar na empresa, mas também garantiu proteção por parte da direção para seu inadequado comportamento no trabalho. Os colegas de Dianne e de Ian ficaram divididos sobre quem havia tido as ideais. Dianne tinha “turvado” as águas de tal maneira que eles não sabiam em que ou em quem acreditar.
www.vocesa.com.br
Na dúvida em abrir um negócio proprio? Será que vale uma franquia?
25 de janeiro de 2012
http://www.infomoney.com.br/empreendedor/noticia/256970-franchising
Brasil registra abertura de mais de 1,9 milhão de postos de trabalho em 2011
25 de janeiro de 2012
SÃO PAULO – O Brasil registrou a abertura de 1.944.560 de vagas de trabalho em 2011. Trata-se do segundo melhor resultado do levantamento, ficando atrás apenas de 2010, quando foram gerados 2.543.177 vagas de emprego, segundo revelou o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta terça-feira (24), pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).
Apesar dos resultados positivos, foram fechados 408.172 postos de trabalho somente em dezembro. Na comparação com novembro, houve uma queda de 1,08%. O MTE atribui a retração a efeitos sazonais, entre eles, a entressafra agrícola e o fim do ciclo escolar, além de fatores climáticos.
Crescimento setorial
Na análise setorial, os oitos setores de atividades econômicas analisados registraram saldo positivo de emprego em 2011. Em números absolutos, o destaque ficou com Serviços, com 925.537 vagas de trabalho. Outro destaque do período foi Comércio, que apresentou abertura de 452.077 postos de trabalho.
A Construção Civil foi o terceiro setor que mais gerou emprego no ano passado, ao responder por 222.897 vagas. Em seguida, está a Indústria da Transformação, com a criação de 215.472 postos.
Na Agropecuária foram 82.506 postos de trabalho. Em seguida, aparecem Extrativa Mineral e Administração Pública, com 19.510 e 17.066 vagas, respectivamente. A atividade que registrou o menor número de oportunidades foi Serviços Industriais de Utilidade Pública, com 9.495 vagas.
Análise regional
Ainda segundo os dados do Caged, na análise por estado, destacam-se São Paulo (+551.771 vagas), Minas Gerais (+206.402 vagas), Rio de Janeiro (+202.495 vagas), Paraná (+ 123.916 postos) e Rio Grande do Sul (+122.286).
Considerando as regiões, todas apresentaram elevação no emprego formal, sendo que o Sudeste lidera, com 1.000.365 postos criados. Em seguida, aparecem o Nordeste (+329.565 postos) e o Sul (+328.608 vagas). Já o Centro-Oeste e o Norte registraram a abertura de 154.593 vagas e 131.429 postos, respectivamente.
www.infomoney.com.br
Uso de redes sociais no ambiente de trabalho triplicou em 2011
25 de janeiro de 2012
São Paulo – Os profissionais estão mais ativos nas redes sociais no ambiente corporativo, afirma pesquisa da Palo Alto Networks, empresa de segurança de rede.
O levantamento mostra que houve um aumento de 300% nas atividades em sites como Facebook e Twitter (com usuários postando e utilizando aplicativos) durante o expediente em comparação durante o mesmo período no segundo semestre de 2010.
Segundo a pesquisa, o Twitter registrou um crescimento de mais de 700% (de 3% para 22%) durante o período de outubro de 2010 a dezembro de 2011. Já o Facebook, o aumento foi de 5% para 25%.
Sites de compartilhamento de arquivos são utilizados por 92% das companhias consultadas.
A pesquisa teve como base avaliações do tráfego nas redes sociais de mais de 1,6 mil empresas entre abril de 2011 e novembro de 2011.
www.exame.com.br
Amigos, amigos. Negócios à parte
18 de janeiro de 2012
Pouco importa se você pensar duas ou três vezes antes de fechar negócio com um amigo: será impossível analisar a operação racionalmente. Essa é a conclusão do estudo brasileiro publicado na última edição do The Journal of Neuroscience.
“Nosso principal objetivo era identificar se o indivíduo é capaz de visualizar uma injustiça vinda de alguém próximo”, diz Paulo Boggio, coordenador da pesquisa e do Laboratório de Neurociência Cognitiva e Social do Mackenzie. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a equipe desenvolveu uma mecânica particular para identificar o nível de racionalidade das decisões.
Um voluntário, um grande amigo e um estranho participavam do chamado Ultimatum Game. Nele, os pesquisadores mostravam ao voluntário algumas ofertas de divisão de um montante de 100 reais, sinalizando se a sugestão vinha do estranho ou do amigo. Cabia ao voluntário decidir se aceitava a oferta. No entanto, todas as propostas foram criadas pela equipe de pesquisa e distribuídas em número igual entre justas e injustas – sendo consideradas justas pelos voluntários as partilhas com até 80% do valor direcionado ao ofertante.
Em todos os casos, os participantes aceitaram mais ofertas desfavoráveis de amigos. Com eletrodos, foi possível identificar uma mudança no acionamento do sistema neuronal a partir do estímulo vindo de alguém próximo. “Há uma base neurofisiológica na tomada da decisão financeira, ainda que o indivíduo se esforce pela racionalidade”, diz Boggio.
Nestes casos, não há como fugir da própria mente. “A grande questão ainda não solucionada é como evitar as distorções geradas pelo emocional na hora de uma decisão financeira”, afirma o cientista. “A cautela e o estado de alerta tem de estar presentes o tempo todo, mesmo quando há segurança.”
www.vocesa.com.br
15 profissionais que devem ser os “últimos a abandonar o barco”
18 de janeiro de 2012
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/15-profissionais-que-devem-ser-os-ultimos-a-abandonar-o-barco
Você tem perfil de empreendedor?
3 de janeiro de 2012
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI277453-17184,00-VOCE+TEM+PERFIL+DE+EMPREENDEDOR.html
Google quer saber o que você faria em um liquidificador ligado
3 de janeiro de 2012
Perguntas estranhas dominando entrevistas de emprego. Qual o objetivo das empresas?
São Paulo — Você foi reduzido ao tamanho de uma moeda de dez centavos e está dentro de um liquidificador que será ligado em 60 segundos. O que você faz?
Perguntas como esta, antes moda apenas nas empresas de tecnologia e startups moderninhas, estão dominando as entrevistas de emprego de grandes empresas nos Estados Unidos, informa reportagem do Wall Street Journal publicada neste sábado.
O exemplo acima é de uma entrevista real realizada pelo Google e é claro que não se trata de mera excentricidade. Perguntas esquisitas têm um objetivo: “O Google não procura o mais inteligente, ou o mais capaz tecnicamente, mas os candidatos que melhor se encaixam no Google”, diz a reportagem.
Uma pequena coletânea feita pelo site Glassdoor.com mostra que as perguntas podem ficar mais esdrúxulas ainda: “Se você fosse um super-herói, qual seria?”; “Que cor descreve melhor sua personalidade?”; “Qual animal você é?” — todos exemplos citados por candidatos a vagas em empresas como AT&T, Johnson & Johnson e Bank of America, respectivamente.
Ainda segundo o jornal, a loja virtual Zappos faz a seguinte pergunta a quem tenta entrar na empresa: “Em uma escala de 1 a 10, quão esquisito você é?”. E a resposta esperada é 5. “1 é conservador demais para nós; já um 10 pode ser um pouco psicopata”, disse o CEO da empresa Tony Hsieh.
www.exame.com.br
Carreira – Lição | O que aprendi com Steve Jobs
3 de janeiro de 2012
Brasileiros que trabalharam na Apple contam como a proximidade com o fundador da empresa, falecido em outubro, mudou suas carreiras
Tive contatos com Steve Jobs durante encontros anuais de funcionários, nos quais ele fazia apresentações para meu grupo. apesar de ser uma grande empresa, sempre tive a sensação de que Steve era uma pessoa muito próxima, dada a presença constante dele nos eventos. o que sempre me impressionou era a capacidade que ele tinha de transmitir a estratégia da companhia de forma simples e objetiva. essa forma de agir acaba passando para o estilo gerencial da organização toda. ele exigia muito, falava claramente o que queria, sem dar voltas. esse foco na simplicidade sem dúvida foi uma das lições que eu tirei dos 11 anos que passei na apple. outra coisa que você aprende quando trabalha lá é a dizer “não” e a argumentar com motivos claros.”
Marinaldo Neves de Azevedo, gerente de contabilidade e finanças da Nextel, em São Paulo, foi gerente de operações de canais e controller da Apple América Latina, nos Estados Unidos, de 1999 a 2011
“O que mais me encantou foi que, apesar de uma empresa gigante em termos de receita e número de funcionários, o empreendedorismo está muito presente no dia a dia de trabalho. as lideranças da apple estimulam constantemente que novos projetos saiam do papel, sem burocracia ou politicagem, e que seus funcionários entreguem além do escopo. esse fato, sem dúvida, reflete a visão e o modelo de gestão de Steve Jobs. Tive a oportunidade de estar com Steve mais de uma vez, e impressionava sua capacidade de síntese, objetividade e baixa tolerância para a incompetência. Comentários não inteligentes ou perguntas inadequadas nunca recebiam a atenção dele. Por ser muito admirada, a apple tem funcionários de alta qualidade, o que faz a companhia estar constantemente ‘elevando a barra’ nas práticas de gestão. É um verdadeiro orgulho ter vivido uma experiência profissional na apple durante a era Jobs.”
Pedro Sirotski Melzer, sócio da Warehouse Investments, de São Paulo, foi gerente mundial de receitas da loja online da Apple em Cupertino, nos Estados Unidos.
“Uma coisa que aprendi na apple foi a priorizar. a empresa possui vários projetos, mas eles dão mais importância àqueles que trarão resultado em grande escala. isso é algo que busco em meu dia a dia. aos olhos do consumidor, parece que os produtos são a base de todo o sucesso da organização. mas, de dentro, pude perceber que, além dos produtos, os processos são outro alicerce. as ações são implementadas da mesma maneira em todo o mundo. isso dá a sensação de trabalhar numa empresa pequena, mesmo estando numa corporação que fatura 100 bilhões de dólares. a figura de Steve Jobs é muito valorizada. havia grande respeito e admiração. e, dentro da apple, a admiração não era apenas por Steve, mas por toda a liderança.”
Silvio Bandini, executivo de finanças da Husqvarna, em São Paulo, foi CFO (líder da área financeira) da Apple Brasil de 2008 a 2010
O poder do LinkedIn
3 de janeiro de 2012
As redes socais têm sido cada vez mais fonte de recrutamento de funcionários – ou de consulta de perfis, pelo menos. Aprenda as dicas de Danielle Restivo, gerente de comunicação do LinkedIn, para usar a rede a favor da sua carreira
O que fazer para que meu perfil seja facilmente encontrado?
Existem várias maneiras destacar seu perfil. Uma delas é garantir que ele esteja completo. Seu perfil do LinkedIn é a sua chance de mostrar habilidades e talentos e ajudar as pessoas e oportunidades certas a encontrar o caminho até você.
Você pode configurar alguns detalhes que o tornarão mais visíveis aos motores de busca: Membros com pelo menos um antigo trabalho listado em seu perfil são 12 vezes mais visíveis; pessoas com pelo menos uma formação educacional listada têm sete vezes mais chances de serem encontradas; profissionais com umque têm foto em seu perfil também têm sete vezes mais chances de serem vistas.
Inclua palavras-chave através das quais você gostaria ser encontrado. Por exemplo, se você é um advogado especializado em direito imobiliário, certifique-se que essas palavras e frases estão no seu perfil do LinkedIn.
Você também pode criar uma URL personalizada para o seu perfil, que irá ajudá-lo a subir ao topo dos resultados de pesquisa Google, é só editar nas suas configurações. Por exemplo: br.linkedin.com/in/fulanodetal
Como fazer uma rede melhor com as pessoas na minha área?
Ter uma forte rede é essencial. Ela representa aqueles que você conhece e confia e você pode utilizá-la para dar e receber oportunidades de emprego. Não importa como vai a economia ou a sua carreira, ter um bom networking é uma ótima maneira ter alguma de segurança de emprego. Não espere a necessidade chegar para formar a sua rede.
Há um número “mágico” de conexões para ter no LinkedIn: 50. Ao connectar-se a pelo menos 50 contatos confiáveis (antigos colegas de trabalho e escola, clientes, professores, amigos e família), você vai aumentar suas chances de entrar em contato com as pessoas e empresas que irão ajudá-lo a chegar onde quer.
What information are really important in my profile?
Quais informações são realmente importantes no meu perfil?
Inclua postos de trabalho que você ocupou durante toda a sua carreira e não apenas o mais recente. Também não se esqueça de falar da sua formação e escrever um bom resumo do seu currículo com palavras-chave que melhor descrevem quem você é como profissional.
Adicione uma foto no perfil e escreva um título capaz dizer aos outros membros do LinkedIn o que você faz como profissional. Quanto mais informações você fornecer no seu perfil, mais provável ser encontrado para potenciais negócios ou oportunidades de emprego.
Peça recomendações de seus colegas ou gestores anteriores que aparecem em seu perfil. Uma boa recomendação de quem já trabalhou com você destaca seus pontos fortes e mostra que você foi um funcionário valorizado.
Que tipo de imagem devo usar no meu perfil?
É importante ter uma foto profissional em que esteja sozinho. Isto é especialmente importante se você quer entrar em contato com pessoas que não conhece ou não vê há muito.
Mais dicas
Mostre o que você tem para oferecer no Skills LinkedIn
LinkedIn rastreia milhares de habilidades na página Skills. Adicione suas qualidades relevantes ao seu perfil para que você apareça nos resultados de busca. A página Skills também te dirá a quais grupos do LinkedIn podem ser inetressantes para você de acordo com suas habilidades.
Demonstrar os seus conhecimentos sobre LinkedIn Answers
A página Answers é um dos melhores lugares na web para compartilhar conhecimentos sobre negócios. Você pode perguntar e responder questões sobre assuntos específicos. Ao demonstrar os seus conhecimentos no LinkedIn, você ganha reconhecimento que o ajuda a construir credibilidade.
Atualize seu status
Deixe seus contatos saberem o que você está fazendo: atualize seu status regularmente. Use as atualizações de status para anunciar novos produtos e postar artigos.
Participe de grupos
Os grupos são uma ótima maneira de se envolver com pessoas que têm interesses parecidos aos seus, podem te dar apoio e responder perguntas. Participe dos grupos relacionados com a sua área de trabalho, cidade ou estado. Procure grupos onde você pode obter informações sobre clientes em potencial, oportunidades de negócios ou oportunidades de carreira.
Siga Empresas
Busque empresas onde você pode querer trabalhar no futuro e descubra se algum dos seus contatos conhece pessoas que trabalham lá. Seguir as empresas também te mantém informado sobre oportunidades de carreira, novos produtos, anúncios ou eventos.
www.vocesa.com.br